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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Super nutri bowl!



Adoro saladas! Mas no inverno nem sempre são suficientemente aconchegantes para desejar apenas uma salada à refeição. Há vários truques que me fazem tê-las no menu nesta época fria: usar ingredientes tépidos (não refrigerados) como o feijão por exemplo, e substituir a alface pela couve ou espinafre são mais robustos e acabam por me saciar muito mais.
Gosto de fazer estas saladas diferentes, sempre dentro de uma tigela onde junto o que me vier à mão e me parecer saboroso. Garanto-vos que é dos melhores truques para sobras disto e daquilo que muitas vezes acabam no lixo. 

E se vos disser que uma tigela destas é uma autêntica bomba de nutrientes, vitaminas e minerais? Experimentem lá em casa e vão ver que vão adorar!






Ingredientes

1 ovo cozido (10 minutos em lume médio)
1 mão de espinafres baby
100g de feijão vermelho (já cozido)
3 colheres de sopa de couve roxa triturada com iogurte natural e alho (1/2 couve + 2 colheres de sopa de iogurte + 1 dente de alho)
1/2 pepino
1 tomate médio
1/2 cebola roxa
1 colher de chá de sementes de chia
1 colher de sopa de sementes de abóbora
1 fio de azeite virgem extra
coentros a gosto

Colocar todos os ingredientes numa tigela funda, temperar e devorar!


















Esta é mais uma receita em parceria com o maravilhoso  Frederica.pt! Espreitem por lá mais receitas e muitas dicas de moda, beleza e desporto!

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Eat Love - Documentário "Fed Up"


Afinal o que são calorias?

Funcionam todas da mesma forma? 

Um sumo natural com 200kcal e um refrigerante com 200kcal funcionam da mesma forma dentro do nosso organismo?

São este tipo de perguntas que me invadem o pensamento quando quero saber mais sobre aquilo que ingiro e que coloco no meu corpo. Começamos por perceber a diferença entre os macro nutrientes ( Proteínas, Gorduras e Hidratos de Carbono), passando para as vitaminas, minerais, ácidos gordos...

Chegamos ao fim e tudo se resume ao que consumimos versus o que queimamos.

Será mesmo assim?

Deixo-vos uma sugestão para as férias: um documentário que nos elucida em relação a estas questões sobre a composição e qualidade dos alimentos que consumimos. Um abrir de olhos a uma geração fast food onde aquilo que mais importa são as vendas e o aumento de poder das grandes multinacionais em detrimento da saúde da população.

Um especial alerta para os mais pequenos, muitas vezes os mais "atacados" pelo marketing desenfreado, estes pequenos que aprendem tudo connosco e devem sem sombra de dúvida ser ensinados e habituados a gostar e a apreciar a comida de verdade!

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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Eat Love - O açúcar na fruta!

Via Pinterest

Tenho sempre dúvidas em relação à quantidade de açúcar nos alimentos, nomeadamente na fruta, e por isso fui em busca de alguma informação que para mim foi bastante útil. Espero que para vocês também!

Quando tentamos reduzir o consumo de açúcar no nosso dia-a-dia chega aquela altura em que também queremos saber qual o tipo de fruta que devemos comer para manter os níveis de glicémia no sangue equilibrados. Existem frutas mais rica em açúcar  (frutose) do que outras, onde o índice glicémico e a carga glicémica variam de umas para outras.

Afinal o que é o IG (índice glicémico)?

O índice glicémico é a velocidade com que o açúcar  presente num determinado alimento chega à nossa corrente sanquínea.

E a CG (carga glicémica)?

A carga glicémica é a quantidade de hidratos de carbono presentes em cada porção de alimento que ingerimos.

Ora estas duas características diferem de alimento para alimento, e um tipo de alimento que tenha um IG elevado não terá necessariamente uma carga glicémica elevada e vive-versa.

Por exemplo: 

Uma fatia de melancia contém um índice glicémico (80) superior a uma banana (52), pois, pela sua quantidade de água vai ser digerida mais rapidamente, logo o açúcar vai chegar mais rapidamente à corrente sanguínea, enquanto a banana, que demora mais tempo a ser digerida contém maior quantidade de açúcar mesmo que demore mais tempo a ser digerida. A carga glicémica da melancia é de 10.4 (13g de hidratos de carbono por 100g) e a da banana é 12.5 ( 24g de hidratos de carbono por 100g).

Partilho aqui o significado dos valores de carga glicémica:

0 - 10 = carga glicémica baixa 

11 - 19 = carga glicémica intermédia

20 ou mais = carga glicémica alta

Para sabermos se um determinado alimento contém uma CG baixa, média ou alta basta vermos (nas tabelas nutricionais das embalagens) a quantidade de açúcares presentes nos alimentos por 100g e fazer uma simples conta:

Carga Glicémica = Indíce Glicémico x gramas de hidratos de carbono / 100

É claro que nem sempre temos presente o valor do índice glicémico de cada alimento, a não ser que a tabela nutricional seja bastante completa, e, sendo a carga glicémica dependente do índice glicémico por vezes é difícil conseguirmos ter o valor exacto da carga glicémica.


Dou-vos alguns exemplos de frutas com CG baixas:

Melão
Papaia
Kiwi
Laranja
Morango
Pêssego
Toranja
Ameixa
Amora
Framboesa

Estas frutas são exemplos que podemos consumir em maior quantidade, pois contém uma carga glicémica baixa, logo são uma fonte boa de hidratos de carbono e ideais para quem controla com maior atenção a quantidade de açúcar que consome na sua dieta.

Em relação aos restantes alimentos, principalmente aqueles que vêm embalados e com tabela nutricional, convém estarmos atentos aos hidratos de carbono e à quantidade de açúcar correspondente (vêm sempre por baixo dos hidratos de carbono com a frase "dos quais açúcares").


Fontes

http://www.optimalfoods.org/
http://www.musculacao.net/

Nota: Mais informações  consultar um profissional de saúde ou nutrição.


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