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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Eat Love - Perder massa gorda vs Ganhar massa muscular



Via Pinterest


Quando nos olhamos ao espelho e gostamos do que vemos, rapidamente surge na nossa cabeça a típica frase: “estou mesmo bem”. Por outro lado, quando nos olhamos ao espelho e sentimos a sensação oposta, a frase que nos surge é: “meu Deus..se calhar tenho que fazer alguma coisa para mudar isto”.

Para ambas as opções devemos ter em conta que, o nosso organismo necessita de estímulos frequentes e diferentes, para se manter jovem e activo. Independentemente de como somos, gordos, magros, altos, baixos, loiros ou morenos, e independentemente do nosso objectivo, ganhar massa muscular, ou inchar como é dito na gíria, perder peso, tonificar, ganhar resistência cardio-respiratória e muscular, ganho de força, etc.

E é aqui que entram os dois objectivos mais frequentes:

Ganhar Massa Muscular vs Perder Massa Gorda

São vários os estudos que indicam que os ganhos de massa muscular, surgem de um processo lento e coordenado, com uma frequência de treino que ronde os 3 dias da semana. Para aqueles que pensam que é fácil, não é! Acreditem! É necessário dedicação, uma boa alimentação e tempo, pois os sinais visíveis podem demorar entre 1 a 6 meses a surgir. Obviamente que tudo isto depende de vários factores, tais como:
Género, Comprimento Muscular, Formação Óssea, Distribuição de Gordura Corporal, Eficiência NeuroMuscular, Densidade das Fibras, entre tantos outros.

No fundo e dando um exemplo prático: dois amigos inscrevem-se no mesmo dia no ginásio, fazem exactamente o mesmo treino, com a mesma duração, a mesma frequência. Ao fim de 2 meses o resultado pode ser diferente entre o individuo A e B. Tudo depende dos factores, como acima descrito!

Para quem quer perder peso, por favor, não passe 3 horas em cima da passadeira, e também não faça dietas sem sentido!

Se quer perder peso (em massa gorda), a forma mais eficaz é o treino intervalado, onde a queima de calorias é superior! Caso não se adapte a este tipo de treino, intercale o cárdio com a musculação. Sim, com a musculação (meninas, não se assustem), pois acelera mais o metabolismo, o que por sua vez, ajuda a queimar mais calorias (mesmo após o treino) e a eliminar a massa gorda existente. 
Se é do género feminino, não tenha medo de realizar treinos de musculação, porque não irá “inchar” como os homens, pois o nível de testosterona é reduzido.

Não deixe de comer! Faça entre 5 a 6 refeições diárias, com os alimentos bem distribuídos e beba diariamente 1,5 a 2 litros de água.

Consulte os profissionais da área e terá os resultados que pretende!






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terça-feira, 28 de julho de 2015

Eat Love - Motivação no treino!

 
Via Pinterest (Nike)

Qual a motivação que tenho para ir treinar? Ou para fazer exercício físico? De sair do conforto da minha casa (em especial do sofá) e ir “saltar” e “pular”? Deve existir uma resposta!
Como pessoa, tenho um objectivo na vida, tal como qualquer outra pessoa no mundo. E esse objectivo difere de pessoa para pessoa, mas o seu valor é sempre inalterável e todos queremos alcançar aquilo a que nos propomos…  Esse objectivo passa muitas vezes, por ter uma casa, um carro, casar, ser feliz, etc, etc…

Pois bem… Se tenho um objectivo na vida, em geral,  será que também devo ter um objectivo quando falo de exercício físico? Ou quando falo em sair do sofá para ir treinar? Sim! A resposta é SIM!

Vejamos:

Segundo Balaguer e Atienza (1994), a motivação é o desejo de iniciar e persistir numa actividade. É o “motor” de todos os nossos comportamentos. Sem motivação não há acção.
Para além de todos os benefícios que a prática desportiva regular trazem ao indivíduo, a mesma deve ter objectivos e/ou metas, como por exemplo: manter a forma física; ganhar massa muscular; tonificar; perder peso, entre outros. Todos temos um objectivo relativamente à nossa imagem e ao nosso bem-estar e mais importante do que ter esse objectivo, é manter o foco e ALCANÇÁ-LO!
Para isso, utilizamos a palavra “motivação”. Esta provém dos termos latins motus (“movido”) e motio (“movimento”), o que nos leva a encarar a motivação como uma acção, na qual temos de persistir até alcançar o objectivo pretendido. Assim, podemos afirmar que a motivação se encontra associada a uma vontade/desejo (objectivo) e ao esforço inerente para o alcançar.

Ter um amigo, um colega, um treinador que nos orienta, que nos dá ânimo e que nos dá coragem para continuar, resulta numa lufada de ar fresco, onde a realização da tarefa é executada com mais entusiasmo, com mais força e com mais vontade.

Posso dar-vos dois exemplos que me aconteceram à relativamente pouco tempo.

1-    Numa recente prova de atletismo pela cidade de Lisboa, uma das minhas alunas, sentiu o seu corpo ceder já perto do final...o cansaço era enorme e a vontade de desistir apoderava-se de si…do nada, surgiu uma rapariga do seu lado e gritou-lhe “BORA!” para continuar! Chegaram juntas ao final da prova!

Sei que sem este incentivo extra, teria sido muito mais penoso e difícil para ela alcançar a meta. No entanto, bastou uma simples palavra no momento chave que a fez juntar mais forças e terminar a prova.

2-    O último treino que fiz com essa mesma aluna, foi um circuito no sistema 20’’ + 10’’ ou seja, 20 segundos de trabalho e 10 segundos de pausa! Segundo ela, as palavras que mais usou foi “vou morrer”! Na verdade, conseguiu realizar 7 rondas de 4 exercícios! A motivação? Estava lá! Por nenhum momento a deixei desabar ou desistir. Os feedback’s técnicos surgiam, bem como as indicações de tempo. Os incentivos para ser mais rápida, mais forte e não baixar os braços foram as palavras de “ordem”. Vi a minha aluna fechar os olhos nos tempos de recuperação, ganhando a sua motivação intrínseca como se dissesse para ela mesma: “sou capaz” e foi mesmo capaz!

Motivação...e sem motivação, não há acção!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Eat Love - Treino acompanhado

Via Pinterest
Nunca na minha vida pensei em ficar viciada em exercício físico. Ficar com comichões pelo corpo quando fico uma semana sem treinar era para mim toda uma utopia bem lá no fundo do túnel. Há quem diga que demoramos cerca de 21 dias a criar um hábito, e, apesar de alguns altos e baixos consegui começar o ano a treinar e continuar com a frequência semanal desejada até hoje. E é uma sensação tão boa! Aquela sensação de que um dia sem treinar é mesmo só quando nos sentimos a arrastar o nariz no chão, quando não conseguimos descer um degrau sem expressar uma careta, ou quando temos de pedir ajuda para ir buscar um copo à prateleira pois um simples esticar de braço se torna toda uma via sacra.
Para além dos treinos em casa que já me acompanhavam há algum tempo, surgiu a oportunidade de ir para o Fitness Hut em Março. Confesso, nunca fui muito adepta de ginásios, e só aceitei alistar-me para poder frequentar as aulas - para aqueles dias de pouca motivação.
Pois é, dei por mim a marcar aulas de spinning quase diariamente até não conseguir ficar uma semana sem fazer pelo menos um treino colectivo.
Segunda, quarta e sexta eram os dias escolhidos para dar ao pedal de forma vigorosa, e é claro que o primeiro dia de semana era sempre o mais puxado, nem que fosse pelo facto de ter estado de rabo alapado os dois dias anteriores.


Via Pinterest

Foi numa destas segundas malfadadas que dei de caras com um professor novo, e pensei eu, como quase todos nós pensamos, "ora grandessíssima chatice, já estava habituada ao anterior e agora sei lá quem é esta pessoa, aposto que não vai puxar nada..." enfim!
Pois....bati logo na boca e desejei nunca ter entrado naquela aula quando ainda só ia nos primeiros 10 minutos (!!!). Juro. Ia morrendo.
Mas não é isso que nós queremos? Sair do treino com a sensação de que levámos com um camião em cima? E no dia a seguir andar a fazer figuras tristes cada vez que damos um passo em frente? É. Pelo menos é isso que eu quero! Só não quero é sentir isso nos primeiros 10 segundos do treino!
Comecei a apelidar as aulas de segunda como as piores (no sentido bom claro) da semana. O professor Luís Pardal era o mais temido da semana, pelo menos por mim! Aula após aula, semana após semana, comecei a perceber que afinal aquele medo que sentia era apenas psicológico. Como mencionei acima, os 21 dias estavam a fazer efeito, e eu já só queria que a segunda voltasse para testar mais uma vez os meus limites e ver até onde o coração batia.
No fim de uma das aulas, em conversa com o temido treinador, decidimos fazer uma avaliação e falarmos sobre objectivos (meus) no que diz respeito a treinos e metas a atingir (ao nível físico). E pronto, posso dizer-vos que fui literalmente em direcção ao abismo e estou a ter treino acompanhado pelo Professor Luís Pardal.
Comecei os treinos  faz duas semanas e tenciono partilhar convosco aqui e nas restantes redes sociais (instagram,  snapchat e youtube) alguns detalhes de treinos, exercícios específicos para diferentes objectivos.
Aqui vão poder ver, para além das habituais receitas saudáveis,  mais partilha de artigos dedicados ao desporto, nutrição e bem-estar.

Vamos fazer crescer a comunidade Eat Love e enchê-la de partilha, boa energia e muita saúde!

Espero que gostem!

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