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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Eat Love - Panquecas gulosas com topping delicioso!






Todas as semanas tenho espaço para uma (ou duas) refeição livre. Não é obrigatório, nem sequer é num dia fixo. É apenas um dia que calha normalmente ao fim-de-semana em que opto por comer algo fora do padrão. Tem de ser algo irresistível, doce ou salgado (se bem que eu sempre tive mais queda para os doces...) e que me tire o desejo durante uma semana. 

O sábado ou o domingo acabam naturalmente por se tornarem os dias mais propícios para uma refeição gulosa. Dias em que o snooze não existe. Os corpo desperta quando bem lhe apetece, as horas de ronha multiplicam-se entre os lençóis e só saímos de lá quando o estômago começa a roncar.
A primeira refeição que me salta à cabeça? Uma bela montanha de panquecas carregada de fruta, iogurte e mel ou compota! Os ingredientes base continuam a ser a farinha de aveia e o leite vegetal (para mim bem melhor que farinha branca e leite de vaca), ovos, uma banana esmagada ou uma dose de whey de baunilha para adoçar a massa. Os toppings, esses são variados, e normalmente aquilo que tenho mais à mão no frigorífico. 

Esta receita que partilho vem com uma novidade, aquela novidade perfeita para ser usada naquela refeição livre em que, se calhar, não deveria ser tão livre (normalmente a segunda da semana), ou talvez aquela refeição de ressaca depois de uma bela noitada de amigos (não me estão a imaginar  a beber um sumo detox nesse dia pois não?), que vos saiba a pecado e que na realidade não é
Um topping fabuloso para colocar em cima de um belo monte de panquecas quentinhas, ou de uma bela taça de fruta fresca. Doce, cremoso e sem culpas! O novo iogurte estilo grego da Corpos Danone que já vos falei aqui

Eu prefiro o de morango, mas há quem adore o de citrinos lá em casa :) E em cima das panquecas, só vos digo, têm mesmo de experimentar! Com menos 40% das calorias de um iogurte estilo grego normal, vai conquistar as vossas manhãs mais gulosas #semculpas!

Ingredientes (4 panquecas pequenas)

3 claras
1 gema
30g de farinha de arroz ou aveia
1 colher de café e canela
1 colher de sobremesa de fermento
1 banana madura esmagada
1 colher de sopa de leite de amêndoa

Topping

Iogurte estilo grego de morango Corpos Danone
frutos vermelhos
coco desidratado

Misturar os ingredientes todos numa tigela até obter uma massa consistente. Pré-aquecer uma frigideira anti aderente e cozinhar  as panquecas em lume brando até terminar a massa. (aprox. 2 min cada).
Servir com iogurte, frutos vermelhos e coco desidratado.




quinta-feira, 28 de abril de 2016

Eat Love - #porquemeamo

Via Pinterest


Lembro-me da primeira vez que me chamaram gorda. Tinha 11 anos, andava no 6º ano e estava numa festa de anos de uma amiga da minha turma. Ela vivia numa casa com piscina e a tarde foi passada entre mergulhos, sugos e bolo de anos. 

Lembro-me exactamente do momento em que percebi que era mais rechonchuda do que os meus amiguinhos. Lembro-me que nesse momento, a menina cómica e brincalhona que habitava em mim, e que achava que podia fazer tudo, perdeu um bocadinho do seu brilho. 

Estávamos a mergulhar um de cada vez e quando chegou a minha vez ouvi um "deixa a gorda passar". Apercebi-me que aquela frase era para mim, e apesar da festa não ter parado (como nos filmes) e de quase ninguém ter reparado no que me tinham chamado, parecia que uma flecha se espetava em mim, certeira, bem dentro do meu coração. Gelei naquele momento. Quando me apercebi já estava dentro de água, escondida entre as bóias e com vontade de ficar ali a esconder o meu volume. Sai da piscina e rapidamente estiquei o braço para ir bicar a minha toalha para me cobrir. 
Toalha amiga, que me acompanhou nos 3 verões seguintes e que ficava ali junto ao mar ansiosamente à minha espera depois de um mergulho, pronta a vestir a minha vergonha. 

Aos 14 anos fiz a minha primeira dieta, comia sopas sem batata e batidos que substituíam refeições. Lembro-me de ficar a beber uma seiva estranha durante 3 dias e conseguir emagrecer 4kg que rapidamente regressavam implacáveis para preencher as minhas curvas

Curvas? "Isso é de mulher", dizia eu. "Eu sou uma miúda, não é suposto ter curvas", afirmava eu ao olhar para as outras meninas que tinham as curvas no sítio certo. 

Eu sonhava com o corpo da Barbie: cintura de vespa, maminhas e rabo no ponto, ombros estreitos e delicados, e já agora mais de 1.70 para ficar bem com qualquer trapinho! 


Mas porque é que tem de ser assim? 

Porque é que temos de ser todos diferentes?

Perguntava eu no auge da minha adolescência...

E agora, como mulher, com 30 anos respondo às minhas inseguranças com um 

AINDA BEM QUE É ASSIM! 

Ainda bem que somos todos diferentes. Ainda bem que todos temos qualidades e defeitos diferentes. Ainda bem que somos (a)variados, que somos fora da norma, que somos opostos, e sobretudo, ainda bem que somos capazes de nos amar a nós mesmos!

Antes pensava que ter curvas era sinónimo de ser gorda. Agora não trocava as minhas curvas por nada neste mundo!

#porquemeamo







Esta reflexão surgiu a partir de um convite para conhecer o novo movimento #porquemeamo da nova campanha da Danone que foi apresentada na semana passada e eu estive por lá para conhecê-la em primeira mão. O evento decorreu no restaurante Arola no hotel Penha Longa e contou com a presença da nova embaixadora Corpos Danone, a Jessica Athayde. Foram lançados 2 novos sabores de iogurte tipo grego com redução de calorias de morango e citrinos.
Eu já dei o meu testemunho.
E tu, porque te amas?



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